10 jul

Baixa Imunidade: Sintomas, Causas, Tratamento e Suplementação

Baixa Imunidade: Sintomas, Causas, Tratamento, Suplementação

A baixa imunidade é responsável por diversas contaminações, indisposição, resfriados e até problemas mais sérios, como infecções reincidentes.

A natureza é sábia, e mais inteligente ainda é o organismo humano, que com autonomia utiliza rapidamente das suas próprias defesas sempre que necessário.

O sistema imunológico é caracterizado por reações que nascem nas células defensoras. Que, toda vez que sentem “ameaças”, iniciam uma batalha desenfreada com a intenção de impedir que o invasor prossiga.

Hábitos da vida pós-moderna, como o maior consumo de alimentos industrializados, falta de repouso, estresse, comportamentos irresponsáveis (sexo desprotegido, uso de drogas, álcool, etc.) influenciam para que cada vez mais pessoas não tenham um sistema orgânico eficiente de defesa.

Com o propósito de entender o que é a baixa imunidade, o que mais tem influência para reduzi-la…quais os principais sintomas e como tratar, foi preparado este post. Acompanhe!

 

Baixa Imunidade: O que significa realmente!

 

A baixa imunidade é um evento onde o organismo fico exposto a microrganismos patogênicos, como vírus, bactérias, protozoários, etc. E porque isso acontece?

O sistema imunológico é formado por leucócitos, em especial os linfócitos e células macrófagos (derivadas dos monócitos) e ainda outros órgãos que ajudam na maturação dessas células.

Contudo, os leucócitos ainda se subdividem em pequenos grupos, como segue:

  • Neutrófilos;
  • Eosinófilos;
  • Basófilos;
  • Linfócitos T;
  • Linfócitos B;
  • Células NK;
  • Mastócitos;
  • Monócitos.

Enquanto que eosinófilos são responsáveis para afastar alergias, linfócitos tem ainda mais responsabilidades para manter o sistema imune ativo e eficiente.

A maioria dos linfócitos são produzidos na medula óssea e logo após transportados para o timo (glândula que se localiza próximo ao coração), lá acontece o amadurecimento destes que depois são divididos em vários tipos de linfócitos.

Vale ainda lembrar das células Natural Killer (linfócitos NK) como supremas e progenitoras da destruição de tumores (câncer), as quais são de extrema importância no complexo sistema imunológico.

Se existir qualquer “falha” nesse sistema, também ocorre a falta de imunidade e o organismo fica desprotegido.

A intenção não é uma aula de biologia, mas tornar público o quanto é intenso e complexo o sistema imune e como a ausência de sequer um elemento, pode interferir para a baixa imunidade.

 

O que faz baixar a imunidade?

 

Muito pouco é explicado as pessoas que ficam doentes com frequência sobre a imunodeficiência, fazendo crer que somente a alimentação interfere na baixa imunidade.

Mas, a ciência classifica a imunidade em dois grandes grupos, e isso também serve para explicar porque algumas pessoas tem mais proteção em relação a outras.

Vejamos quais são:

 

Imunidade Inata

 

Corresponde a capacidade de o organismo responder (quase sempre igual) a invasão de microrganismos.

E quando a baixa imunidade se faz presente as primeiras reações neste caso, são reações comuns em três níveis:

Físicas: reações na pele, aumentos de secreção nas mucosas, etc.;

Celular: modificação nos leucócitos;

Humorais: reações mais complexas que acontecem no sangue, por exemplo.

 

Imunidade Adquirida

 

Nessa situação o organismo conquistou a possibilidade de reagir aos microrganismos e controla-los porque já esteve exposto ao mesmo agente em outra oportunidade.

Como exemplo, quem contrai doenças virais como dengue cria anticorpos que serão protetores no caso de um novo episódio da doença.

Entre as causas mais importantes que levam a pessoa a ter baixa imunidade, além da carência na dieta, destacam-se:

Doenças: São várias as doenças que interferem na imunologia e as principais são câncer, AIDS e anemia;

Desequilíbrio hormonal: Quedas na testosterona (homem e mulher), diminuição da progesterona e estrogênio são fatídicos para baixar a imunidade;

Consumo de corticoides: Muitos medicamentos deste setor interferem na imunidade;

Exposição a agentes agressores: Como radiação, efeito de agrotóxicos, contaminações e outros;

Carência de nutrientes: Minerais como ferro, zinco, cálcio e selênio, além de Vitaminas D, A, C, E e do complexo B, quando baixas no organismo deixam o corpo extremamente desprovido de imunidade;

Estilo de vida desapropriado: Falta de repouso, rotina extenuante, estresse psicológico, vícios, sedentarismo, também contribuem para a baixa imunidade.

E ainda outro fator chamado de doenças autoimunes – adventos complexos, onde o organismo interpreta suas reações e composições como invasoras.

Alguns exemplos são a tireoide de Hashimoto, lúpus, diabetes (tipo 1) e a anemia aquílica macrocítica.

 

Sintomas da Imunidade Baixa

 

Em cada organismo a baixa imunidade pode se manifestar de forma característica, todavia, há pelo menos 7 sinais habituais de imunodeficiência.

  1. Doenças comuns como resfriados, herpes nas mucosas, gripe, alergias, mas que estão sempre presentes e demoram para curar;
  2. Cansaço extremo, que não cessa mesmo com repouso;
  3. Irritações estomacais e com diarreia prolongada;
  4. Enjoos e situações com vômitos sem motivo aparente;
  5. Manchas que surgem na pele (avermelhadas ou esbranquiçadas);
  6. Queda de cabelo consecutiva;
  7. Infecções repetitivas que resultam em septicemia.

Mas, existem ainda outros sintomas, menos aparentes, e que podem não sugerir que a pessoa esteja com a imunidade baixa, pois se parecem com doenças isoladas.

A Jeffrey Modell Fundation (instituição americana especialista em análise e tratamento de imunodeficiência) aponta ainda que fatores como o uso, sem sucesso de antibióticos para tratar uma enfermidade por 45/60 dias; otites reincidentes; prurido acumulado na pele; repetição de estomatites; 2 pneumonias seguidas, entre outras situações, também podem sugerir baixa imunidade.

 

Atenção!

Para todas as pessoas, indiferente de faixa etária, a baixa imunidade expõe o organismo a contaminações as vezes simples, e em outros momentos severas.

Contaminações com vírus, bactérias encontram caminho fácil para desenvolver quadros infecciosos prejudicando assim a vida do indivíduo.

Além de inconvenientes já mencionados, e indisposição para executar tarefas simples fica eminente, tão pouco existe vontade de praticar exercícios, estudar, trabalhar criando um círculo de apatia generalizada.

 

Exame para Imunidade Baixa

 

Através de um exame de sangue é possível verificar como anda o sistema de defesa da pessoa.

Inicialmente é solicitado um hemograma simples, mas, que apresenta as quantidades de leucócitos (células brancas) e quase todas as sub-divisões mencionadas acima.

Neste mesmo exame, a quantidade de hemácias (glubolina e hemoglobina) também é conhecida, assim como medidas de plaquetas e outros.

Também é realizado o teste de VHS (Velocidade de Hemossedimentação) que serve para identificar inflamações e doenças autoimunes.

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Contudo, exames mais complexos ou complementares também podem ser solicitados, como por exemplo, análise de urina; parasitológico de fezes; glicose; colesterol; triglicerídeos; creatinina; ureia; PCR (proteínas que indicam inflamação ou infecção) e dosagens hormonais.

Caso mais complexos de investigação de baixa imunidade podem contar com screening  (rastreamento), visando identificar doenças consequentes de outras.

De posse dos exames e traçando um paralelo com sintomas o médico chega a o diagnóstico da imunodeficiência, fazendo então a prescrição de um tratamento.

 

Tratamento para Baixa Imunidade

 

Casos simples de baixa imunidade podem ser amenizados com mudanças de hábitos na alimentação e revisões no estilo de vida.

Criar novas situações, principalmente com foco em uma dieta criativa, diversificada e eficiente é uma das melhores formas de tratamento.

Incluir alimentos que potencializam a imunidade diariamente e em boas quantidades será providencial para aumentar a imunidade. Entre esses alimentos, citamos:

  • Proteínas com valor biológico: Carnes diversas, tipos de peixes, ovos, caldo de osso, vegetais, Kefir, entre outros;
  • Carboidratos complexos: grãos integrais, tubérculos, sementes, vegetais, frutas;
  • Gorduras poli-insaturadas (óleos vegetais e de animais);
  • Micronutrientes provindos de Vitaminas do complexo B, A, C, E, D (frutas diversas, cenoura e beterraba);
  • Minerais: Ferro, Ácido fólico, zinco, cobre e selênio (ostras, sementes, linhaça, feijões, etc.).

É fundamental buscar por exercícios que tem como propósito vencer a baixa imunidade, sendo que estes não devem ser enfadonhos, fatigantes tão pouco intensos.

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Além disso, para tratar a baixa imunidade é fundamental observar outros aspectos como o estado emocional do indivíduo, principalmente evitando desgastes emocionais, ansiedade, sobrecargas no trabalho e fora dele.

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É importante lembrar que manter a higiene, lavando as mãos antes de manusear alimentos ou no momento de se alimentar, ajuda a afastar bactérias e vírus causadores de doenças.

Situações mais complexas de imunodeficiência exigem terapias mais ostensivas de tratamento, inclusive com uso de suplementação para aumentar a imunidade ou mesmo com uso de remédios que devem ser prescritos por médicos.

 

O que tomar para Imunidade baixa?

 

A suplementação natural para tratar a baixa imunidade é muito recomendada. Fórmulas atuais chamadas de multivitamínicos, são compostos inteligentes, cunhados em grupos de vitaminas essenciais para melhorar a imunidade.

Além de bem mais completos, compreendem os dois grandes grupos de complexos vitamínicos para melhorar a imunidade, conhecidos como Vitamina D e Vitamina C, como veremos a seguir:

 

Complexos com Vitamina D

 

São fórmulas balanceadas que contem compostos ricos em vitamina D, que após sintetizadas são transformadas em cápsulas, líquidos e injeções receitadas para tratar a baixa imunidade.

No mercado existem diferentes e diversas opções, entre algumas citamos: (aqui dá para aproveitar e colocar específicos da Growth

A fonte mais conhecida de vitamina D é o sol – que chega a suprir 90% das necessidades diárias.

A síntese de vitamina D ocorre de forma diferente no organismo e sua função também não é simples. Secreção de hormônios, homeostase, renovação celular, manutenção do peso e melhoras na imunidade são tarefas desta vitamina.

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Estima-se que entre 15 e 20 minutos de banho de sol (dentro dos horários recomendados) são de extrema importância para prover assimilação do cálcio e de outros minerais.

Já a dieta para Aumentar a vitamina D deve incluir ômega 3 essencialmente. Boas fontes são:

  • Ostras;
  • Atum;
  • Pescada;
  • Ovos;
  • Óleo de fígado de bachalhau;
  • Miúdos de frango e gado;
  • Sardinha;
  • Leite;
  • Laranja;
  • Cogumelos do tipo Maitake, Morel, Chanterelle e branco.

 

Complexo com Vitamina C

 

Neste caso avitamina C é ofertada em formas práticas de consumo (drágeas, líquido e outros). Os suplementos de vitamina C servem para melhorar o sistema imunológico tratando a baixa imunidade de forma veemente e rápida.

Para ressaltar a importância dos suplementos com vitamina C (principalmente para atletas) destacamos sua função como protetora de células, ossos, vasos sanguíneos e tecidos.

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Além de esplendorosa para afastar radicais livres.

Fontes naturais de vitamina C incluem alimentos ácidos comum as frutas de clima tropical como:

  • Laranja;
  • Acerola;
  • Abacaxi;
  • Goiaba;
  • Limão;
  • Lichia;
  • Morango;
  • Kiwi;

Contudo, vegetais – verdes principalmente – também oferecem boas quantidades de vitamina C, neste caso boas escolhas são: Brócolis; Aspargos, Agrião, Couve, Espinafre e Repolho.

 

Suco para Imunidade Baixa

 

Sucos para tratar a baixa imunidade são fáceis de preparar, possibilitam combinações variadas e são bem aceitos entre os diferentes públicos. Entre algumas combinações temos essas 3 receitas:

 

 

#1 – Suco para tratar Baixa Imunidade com Laranja

 

INGREDIENTES

  • 4 laranjas espremidas e sem açúcar
  • 2 unidades de couve sem o talo;
  • 3 fatias de abacaxi;
  • Folhas de hortelã fresco para temperar;

 

MODO DE PREPARO

  • Para preparar basta acrescentar o suco de laranja com os outros ingredientes no liquidificador, bater por 30 segundos e consumir logo em seguida.

 

 

#2 – Suco para Baixa Imunidade com Acerola, Água de Coco e Morango

 

INGREDIENTES

  • 200ml de água de coco
  • 2 morangos maduros
  • 2 acerolas
  • Gelo
  • Linhaça para temperar

 

MODO DE PREPARO

  • Homogeneizar no liquidificador todos os ingredientes e consumir em seguida.

 

 

#3 – Suco forte para tratar Baixa Imunidade

 

INGREDIENTES

  • 1 beterraba crua e limpa
  • 1 maçã higienizada
  • 2 cenouras pequenas
  • Água gelada

 

MODO DE PREPARO

  • Liquidificar a beterraba com água e passar na peneira. Acrescentar os demais ingredientes e ingerir em seguida.

 

 

Vitaminas para Baixa Imunidade

 

Além de importância das vitaminas D e C, explicadas acima, para tratar a baixa imunidade, outros elementos precisam estar presentes na dieta, e acima de tudo quando escolher um suplemento para aumentar o problema.

Quantidades consideráveis de:

  • Zinco: item imprescindível para recuperar tecidos e evitar radicais livres;
  • Riboflavina: protege olhos, boca e pele, além de favorecer o metabolismo;
  • Vitamina E: para prover ação antioxidante e favorecer a saúde óssea e muscular, é importante para evitar a baixa imunidade;
  • Selênio: regulador do sistema endócrino, ajuda no ganho muscular e otimiza o metabolismo.
  • Glutamina: que ajuda, além de melhorar a imunidade, no ganho de força e resistência muscular.

Precisam estar presentes…

 

Logo, é fundamental optar por multivitamínicos, pois existe equilíbrio de vitaminas e minerais que atendem com mais praticidade as demandas de pessoas ativas em todos os sentidos (dar conta da rotina de trabalho, academia, vida social, etc.).

Além disso, um multivitamínico é pensado dentro do contexto global de saúde, agindo para:

  • Ampliar as defesas aos radicais livres;
  • Estabelecer a saúde cardíaca;
  • Melhorar a circulação;
  • Otimizar o transporte de oxigênio;
  • Fortalecer ossos;
  • Melhorar a atividade cerebral.

Entre outras vantagens…

 

Suplemento Vitamínico para Imunidade Baixa

 

Bem mais completo que suplementos específicos e tradicionais o Multivitamínico da Growth Supplements, oferece quantidades adequadas (por unidade) de vários elementos importantes para melhorar a imunidade, entre eles:

  • Zinco;
  • Cromo;
  • Ferro;
  • Magnésio;
  • Iodo;
  • Cobre;
  • Selênio;
  • Manganês;
  • Molibdênio

Além de vitaminas do tipo: A, C, D, E

As cápsulas individuais do Multivitamínico da Growth – que podem e devem ser tomadas diariamente – por pessoas maduras que precisam vencer a imunodeficiência, são ainda mais recomendadas para atletas e participantes de musculação que desejam manter a imunidade em alta.

Disponibilizado em embalagens com 120 cápsulas coloridas, o Multivitamínico Growth Supplements não necessita de receituário e pode ser adquirido diretamente no site do fabricante, garantindo assim legitimidade, melhor preço e entrega ágil. Clique e confira!

 

As informações deste post podem ser partilhadas nas redes sociais pois tem como propósito educar e auxiliar o leitor a melhorar a baixa imunidade.

Vale também opinar sobre o tema, fazendo postagens no chat logo abaixo.

 

Referências

Blázquez OS, García PR, Falcón FA. Inmunodeficiencias primarias. In: Fernandez JG, Dominguez JAR, Suso JJM, Tascón AB. Manual Diagnóstico y Terapéutica en Pediatria, 5thed. Madrid. Cofás; 2009.

Blaese RM, Winkelstein JA, eds. Patient & Family Handbook for Primary Immunodeficiency Diseases. 4th ed. Towson. Immune Deficiency Foundation: 2007.

Toledo Jr AC, Ribeiro FA, Ferreira FG et al. Conhecimento, atitudes e comportamentos frente ao risco ocupacional de exposição ao HIV entre estudantes de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Rev Soc Bras Med. 1999.

 




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