14nov

Prós e Contras da Terapia de Reposição de Testosterona (TRT)

Prós e Contras da Terapia de Reposição de Testosterona (TRT)

A terapia de reposição de testosterona (TRT) ainda é um assunto pouco discutido entre os homens, porém, a medicina alcançou importantes avanços com a TRT para melhorar a saúde masculina. Veja porquê!

Controvérsias e polêmicas sobre o assunto, para você entender sobre a evolução da TRT como proposta de tratamento para melhorar o desempenho masculino nos estágios da andropausa e hipogonadismo (quando as taxas hormonais produzidas pelas glândulas não são suficientes), é importante que destaquemos a repercussão de um artigo publicado na revista The New York Times, no ano de 2014, intitulado: “Overselling Testosterone, Dangerously

Após este episódio, muitos médicos ficaram receosos de prosseguir com tratamentos para repor o hormônio testosterona em homens, isso porque o artigo alertava que a TRT oferecia riscos.

No entanto, a fim de provar cientificamente que o artigo era alarido, centros específicos de tratamento masculino com reposição do hormônio dos Estados Unidos, lideram a realização de uma pesquisa científica para validar ou desacreditar a hipótese.

O resultado final foi o prognóstico favorável à reposição, salvo exceções que veremos adiante.

Mas, o fato principal do contexto da reposição hormonal masculina, é que a negligência médica não detecta a deficiência de testosterona.

Inclusive, é muito comum, mais do que se imagina existir também, em homens de meia idade, níveis baixos de testosterona, levando muitos a vivenciar os sintomas da falta, sem ao menos saber que é isso que lhes causa desconfortos.

 

TRT: Terapia de Reposição de Testosterona
Porque é preciso saber sobre isso?

 

Muito se fala sobre a menopausa, um período que ocorre em mulheres, por volta dos 50 anos, caracterizado por uma queda da produção hormonal, acarretando em infertilidade, fogachos, ganho de peso, e muito mais.

Porém, em homens o processo também ocorre e pode ser feita a Terapia de Reposição de Testosterona para amenizar os sintomas.

Chamado de Andropausa, caracteriza-se pela queda de hormônios masculinos, sendo a testosterona o principal.

TRT Prós e Contras da Terapia de Reposição de TestosteronaCom isso, o homem nota perda de libido, ganho de peso, redução da massa muscular, e diversos outros “incômodos”, que podem ser resolvidos com a terapia.

Considerando que em 2020, estima-se que existam aqui no Brasil 30 milhões dos homens com mais de 60 anos (aproximadamente 13% do total de habitantes) o momento de conversar sobre a terapia de reposição de testosterona é agora.

Por isso, vamos responder já algumas perguntas como:

Quando a TRP é indicada? Quais são suas desvantagens e vantagens? Conheça a seguir!

 

Prós da Terapia de Reposição de Testosterona

 

#Aumento da libido

Sabe-se que o hormônio testosterona é o principal responsável pelo desejo e interesse sexual. Quando há um declínio a libido também vai embora!

O uso da reposição, tem como vantagem o aumento deste desejo durante a andropausa, recuperando a autoestima do homem.

 

#Perda de peso

É comum que com o avançar da idade, os homens engordem, acumulando principalmente gordura abdominal: esta, pode trazer prejuízos à saúde e elevar o risco de diversas doenças crônicas, como doenças cardíacas.

Com a terapia hormonal, os níveis de testosterona ajudarão no metabolismo normal do organismo, e assim, o homem estagna seu ganho de peso, retornando aos valores normais.

 

#Ganho de massa muscular

Uma das principais queixas a partir dos 50 anos, é a perda da massa muscular. Isso ocorre porque a testosterona, também é responsável por depositar proteínas e assim, garantir a massa muscular.

Quando a terapia é feita, e associada à exercícios físicos e alimentação saudável, pode-se recuperar a massa muscular perdida, e ainda aumentá-la!

 

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#Redução das chances de osteoporose

A osteoporose é uma doença que, através da perda de massa óssea, aumenta o risco de fraturas. Sabe-se que ela é muito comum com o avançar da idade, e isso se deve principalmente à queda de níveis hormonais.

Por isso, assim como nas mulheres, a terapia de reposição de testosterona, também é eficaz em homens para combater este problema.

 

#Melhora da função cardiovascular

Diversos estudos realizados com humanos, demonstraram uma melhora de certas doenças cardiovasculares, em homens que realizaram a terapia com hormônio, comparado ao placebo.

Percebeu-se principalmente, a redução de aterosclerose e melhor controle dos níveis da pressão arterial.

 

#Diversas formas de administração

A recomendação da terapia de reposição de testosterona, deve ser feita por um médico, e com acompanhamento deste.

A vantagem, é que existem diversas formas de administrar a reposição hormonal. Conheça algumas delas:

  • Injetável: a aplicação será feita em intervalos de 10 a 21 dias, e costumam ser escolhidos pela praticidade.
  • Oral: a administração será feita diariamente, em comprimidos.
  • Adesivo transdérmico: apesar de não estar disponível no Brasil, também é uma boa escolha para manter os níveis adequados de testosterona.

No entanto, a proposta para aumentar a testosterona também passa pelo superávit no consumo de alimentos que ajudam a elevar as taxas, bem como, a inclusão de suplementos que otimizam a fabricação no organismo, como o Testodrol Cycle. Clique aqui para você conhecer mais sobre o produto!

 

Quais seriam os contras da Terapia de Reposição de Testosterona?

 

Sabe-se que todas as terapias que envolvem medicamentos, muitas vezes, podem trazer alguns prejuízos à saúde. Por este motivo, destaca-se a necessidade da prescrição e acompanhamento médicos.

Além disso, é preciso estar ciente de algumas desvantagens deste tratamento:

 

#Resistência à insulina

A resistência à insulina é um dos primeiros sintomas que aparecem e caracterizam as diabetes. Estudos recentes indicam que este quadro pode ser piorado com o uso da terapia de altos níveis de Testosterona.

Por isso, quando houver casos de diabetes na família, ou uma alta glicemia de jejum, deve-se estar atento e avisar o médico antes de iniciar a terapia de reposição de testosterona, principalmente no que diz respeito a dosagem!

 

#Câncer de próstata

Existem evidências que a terapia de reposição de testosterona pode estar ligada ao câncer de próstata. Esta neoplasia, surge também com o avançar da idade, e coincide com o período da andropausa.

Relaciona-se o uso “arriscado” da terapia com outros fatores de risco para a doença, como presença de casos na família. Nestes casos, a medicação deverá ser suspensa.

 

#Câncer de mama

Não são apenas as mulheres que estão sujeitas a desenvolver câncer de mama! Os homens também possuem este risco, e que poderá estar aumentado no consumo de hormônios artificiais (como no caso da reposição).

 

#Insuficiência hepática

A maioria dos medicamentos costuma ser metabolizada (isto é, “processada”) no fígado, e com a testosterona utilizada na terapia hormonal não é diferente.

Em pacientes com histórico de doença renal prévia, ou ainda, maiores chances de desenvolvê-la, pode-se ter um aumento das chances com o uso da testosterona.

Por isso, é preciso estar atento ao tipo de terapia comprada, que pode variar a hepatotoxicidade conforme o laboratório onde é produzida.

Amigos, como conclusão temos certeza de algumas coisas:

  1. Que o homem tem direito de experimentar a terapia de reposição de testosterona, desde que esteja com a saúde de acordo, e com acompanhamento médico;
  2. Que se você ler nosso post sobre: Como aumentar a Testosterona Naturalmente, estará dando um grande passo para cuidar da sua saúde;

E, finalmente, que recomendamos você experimentar o Testodrol Cycle, um suplemento que aumenta a liberação de testosterona de forma natural, sem agredir o organismo. Conheça o produto, clique aqui!

 

Referências
nytimes.com/opinion/overselling-testosterone-dangerously.html
Mollea, Ana Carolina M., et al. “Fatores psicofisiológicos na terapia de reposição hormonal em homens.” Ciências & Cognição3 (2004): 04-09
Gebara, Otavio CE, et al. “Efeitos cardiovasculares da testosterona.” Arquivos brasileiros de cardiologia 79.6 (2002): 644-649

 

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