mai 23

Obtenha mais resultados nos TREINOS de PERNAS

 

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Olá a todos, ou precisamente neste artigo a todas! Hoje estou aqui para comentar o aspecto de treinos para os membros inferiores. Padrão nos objetivos das mulheres, mas com muitos erros em treinos. É muito comum eu estar treinando na academia e observar movimentos totalmente sem fundamento com execuções incorretas, seja pela falta de percepção corporal ou pelo excesso de sobrecarga.

Falo mais uma vez: No objetivo de hipertrofia escolha um peso que seja desafiador para você no seu limite de capacidade e não com um peso que comprometa a boa execução do movimento. Quando você sentir que está próximo de atingir a falha total (que é o objetivo), supere sua meta com um parceiro de treino ou pela sua própria força de vontade, desde que você já tenha uma base do peso a ser manuseado para atingir esse estágio na repetição determinada. Embora músculo não saiba contar, a escolha correta do peso pode ser um parâmetro de segurança para você aumentar progressivamente a carga nos exercícios.

 

Algumas dicas básicas que precedem o treinamento:

  • Alimentar-se no máximo duas horas antes do treinamento escolhendo fontes de carboidratos de baixo a moderado índice glicêmico como batata doce, espaguete integral.
  • Consumir algumas cápsulas de BCAA’s, pois irá reduzir a fadiga central (efeito esse através do triptofano que é precursor de um neurotransmissor chamado serotonina), que deixa seu corpo létárgico antes da atividade.
  • Realizar cinco minutos de aquecimento sistêmico – dez minutos de bike, esteira ou transport.
  • Alongar membros inferiores.

 

SUGESTÃO DE TREINAMENTO

 

EXTENSÃO DO QUADRIL NO BANCO: Fique em quatro ou seis apoios no banco, uma das pernas nele e a outra estendida no chão. COM O PESO LIMITE inspire, flexione o quadril dessa perna o máximo que puder, mantenha pelo menos 3 segundos na posição e VOLTE LENTAMENTE A POSIÇÃO ORIGINAL.

Séries: 3 X 12;
Repetições: 15 repetições máximas.

 

AGACHAMENTO PLENO SMITH: Se tiver patologias de coluna vertebral não realize esse movimento. Entre na barra com os joelhos posicionados um pouco a frente dela, OBTENHA A POSTURA CORRETA NA EXECUÇÃO (mantenha os peitorais à frente com o quadril EFETIVAMENTE ENCAIXADO MANTENDO. INSPIRAR E AGACHAR ALÉM DOS 90 GRAUS.

Séries: 3 X 6;
Repetições: 10 repetições máximas.

OBS: A ESCOLHA DO PESO É FUNDAMENTAL PARA EVITAR LESÕES DE TECIDO MOLE. Expire quando subir. NÃO ESTENDA COMPLETAMENTE A ARTICULAÇÃO DO JOELHO. QUANDO ESTIVER QUASE PARA ESTENDÊ-LOS REALIZAR NOVAMENTE O AGACHAMENTO DE FORMA LENTA. VOCÊ VAI SENTIR ARDER E PEGAR TODA A REGIÃO DO GRANDE GLÚTEO E O QUADRÍCEPS.

NOTA: PEÇA PARA SEU INSTRUTOR AJUDÁ-LA DURANTE A EXECUÇÃO E DE PREFERÊNCIA COLOQUE UM CINTO PARA MELHOR ESTABILIZAR SUA COLUNA VERTEBRAL.

 

PASSO DE GANSO: Segure em cada mão um halteres e, mantendo boa postura e coluna reta, projete um dos pés bem à frente, inspirando, expirando quando estender. Retorne a posição original e faça com o outro joelho.

Séries: 3 X 8;
Repetições: 12 repetições máximas.

 

MESA FLEXORA: Posicione o tendão de Aquiles no apoio para os pés. NÃO ELEVE SUAS NÁDEGAS QUANDO FLEXIONAR OS JOELHOS. ISSO PODE PROVOCAR CONTRATURAS NA MUSCULATURA LOMBAR. Flexione os joelhos um pouco além de 90 graus, segure por 2\’ e retorne a posição original.

Séries: 4 X 8;
Repetições: 12 repetições máximas.

 

PRONTO!! Se você fez desta forma estará ao fim do treinamento suada, cansada, cheia de ácido láctico e cortisol…rsrsrs..

Caminhe cinco minutos na esteira BEM DEVAGAR. Isso vai ajudar nos processos de remoção de ácido láctico e amônia, acelerando sua recuperação.

Mas não se preocupe. Uma boa refeição pós treino como carboidratos de alto índice glicêmico como dextrose e uma whey protein hidrolisada de boa qualidade serão ótimas para recuperar o glicogênio e dar início a tão esperadas síntese proteica.

É isso aí meninas, dúvidas sabem onde me encontrar. Beijos a todas e treinem firme, com muita determinação.

 

 

FORÇA E HONRA!!!

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pelo Professor Marcio Camargo.

  • Formado em Educação Física pela FEFISA em Santo André no ano de 1.996;
  • Atua como Personal Trainer;
  • Praticante de musculação recreativa e atuante na área há 25 anos;
  • Palestrante sobre exercícios físicos e sua influência na qualidade de vida.

 

mai 23

Vitamina protéica de Banana

 

Fica a dica de uma vitamina rápida, com baixo custo e riquíssima em proteínas, carboidratos e fibras!

Esta receita serve para quem precisa de praticidade, essa recita serve para aqueles que vivem na correria e precisam de uma alimentação reforçada.

INGREDIENTES
- 300ml de leite desnatado;
- 60g de aveia;
- 30g de whey sabor baunilha;
- 01 banana.

MODO DE PREPARO

  • Junte os ingredientes, bata no liquidificador em torno de 1 minuto;
  • A adição de gelo fica a seu critério.

 

A vitamina esta pronta, agora é só saborear!!

 

mai 22

Strip-set , a técnica mais hardcore para hipertrofia

 

Fala galera! Hoje temos um artigo rápido, com uma dica de treino pra você dar um choque nos músculos!

Neste tópico vamos aprender uma técnica de treino muito utilizada por fisiculturistas de alto nível que querem arrebentar todas as fibras e hipertrofiar pra valer! O Strip-set é uma técnica muito hardcore de treino (preferida de Franco Colombu), e pra você aplicá-la em seus treinamentos você tem que ter muita força de vontade e  disposição ao sofrimento.

Afinal, qual é a técnica tão adorada pelos culturistas?

Strip – set : Escolha um exercício  e coloque bastante peso, faça até a falha. Após falhar, sem descanso retire um pouco do peso e faça novamente quantas repetições aguentar até a falha. O processo se repete até não haverem mais pesos para se executar o exercício.

Exercicios mais comuns de se utilizar o Strip-set: Leg press, Supino reto, Puxadores para as costas, Roscas para Bíceps, entre outros.

Exemplo: Strip-set no Leg press : Coloque uma quantidade considerável de peso e faça de 8 a 10 repetições. Sem descanso peça para um parceiro de treino retirar um pouco de peso e faça até a falha. Repita o processo até acabar com os pesos do exercício. Prepare uma cadeira de rodas para voltar pra casa.

Experimente aplicar essa técnica em seus treinos pelo menos uma vez na semana e se surpreenda com os resultados!

 

Bons treinos e até o próximo Post!!

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pelo Vinicius Tonioli.

  • Atleta de fisiculturismo Xplode

 

mai 22

Índice glicêmico e sua importância para os esportistas

 

 

Dentre os principais objetivos da dieta e da nutrição adequada para os esportistas, estão a melhora do rendimento físico, a recuperação adequada dos estoques de energia e a melhora da composição corporal, reduzindo a fadiga e permitindo que o atleta treine por mais tempo, recuperando-se melhor entre os treinos.

Em uma dieta equilibrada, os carboidratos constituem a maior parte da ingestão energética. Mesmo pequenas no organismo, as reservas de glicogênio são importantes durante períodos de jejum e também durante exercícios prolongados e extenuantes, nos quais a glicose e os ácidos graxos são oxidados a fim de fornecer energia para a contração muscular.

Os carboidratos da dieta são divididos em três grupos principais: os monossacarídeos (glicose e frutose), os dissacarídeos (sacarose, lactose e maltose) e os polissacarídeos (carboidratos complexos, fibras). Dentre as principais funções dos carboidratos, a que merece atenção entre os esportistas é a produção de ATP, considerada a principal fonte de energia do organismo.

Os carboidratos devem ser a principal fonte de energia da dieta para o organismo, já que quando oxidados, liberam uma grande quantidade de energia, importantíssima para a a execução dos exercícios e para a contração muscular.

Após a ingestão, os carboidratos são digeridos até serem transformados em glicose (como são levados para as células), sendo armazenados na forma de glicogênio principalmente no fígado e nos músculos, a fim de serem utilizados quando o organismo necessite de energia. Porém, os estoques de glicogênio são limitados e reduzem durante o exercício, justificando a necessidade de repor estas reservas de energia através do adequado consumo de carboidratos, levando em consideração sempre seu Índice Glicêmico.

O indice glicêmico foi desenvolvido, com o objetivo de avaliar o efeito dos carboidratos sobre a glicemia sanguínea, devido o organismo não digerir e não absorver os carboidratos na mesma velocidade. É o tempo que determinado alimento leva para se transformar em glicose no nosso organismo, alimentos que são digeridos e absorvidos rapidamente (como a batata inglesa), se transformam rapidamente em glicose, levando à liberação de insulina e favorecendo o deposito de gordura.

De acordo com estudos, quando mais intenso for o exercício físico, maior será a dependência em relação aos carboidratos como combustíveis.  Quando o consumo de carboidratos é insuficiente, a performance física fica reduzida, principalmente a anaeróbica, ou seja, atletas de força ou de provas de curta duração precisam se atentar mais ainda ao consumo de carboidratos, já que a utilização do glicogênio muscular é extremamente rápido nestas modalidades.

 

CURIOSIDADE: os estoques de glicogênio nunca chegam a zerar durante o exercício. Quando a ingestão é inadequada e a reserva é baixa, pode ocorrer a utilização do próprio tecido muscular como fonte de energia, o que é temido por todos. Neste momento que o rendimento do atleta pode ser beneficiado com o consumo de uma fonte exógena de carboidrato, retardando sua fadiga.

Os maiores estoques de glicogênio são obtidos quando há o consumo de carboidratos de alto índice glicêmico, aqueles que são rapidamente absorvidos e logo fornecem energia para as células.

 

Mas qual tipo de carboidrato consumir em cada parte do treino?

Pré treino - O mais indicado é consumir alimentos de baixo a moderado índice glicêmico, pois não deve haver um aumento súbito da glicose sanguínea minutos antes de iniciar o exercício. Pois isso causa uma liberação de insulina excessiva, a qual atrapalharia a liberação adequada de hormônios fundamentais no momento da atividade física (como glucagon e cortisol).

Durante o treino - Indicado consumir alimentos de médio a alto índice glicêmico, pois na hora do exercício os hormônios presentes na corrente sanguínea inibem a ação da insulina, fazendo com que consigamos absorver a glicose dentro das células , através de uma ação metabólica estimulada pelo exercício, e que independe da ação da insulina.

Pós treino Após o exercício, é excelente consumir alimentos de alto índice glicêmico, a fim de inibir a ação dos hormônios presentes na corrente sanguínea (Glucagon e Cortisol) e estimular a produção de insulina par repor os estoques de carboidratos presentes no fígado e nos músculos, o glicogênio, que tem o papel de levar o músculo ao processo de recuperação muscular.

 

LEMBRE-SE: a digestão de qualquer tipo de carboidrato, independente do índice glicêmico, inicia pela boca, portanto, mastigue muito bem os alimentos para facilitar sua digestão e melhorar sua absorção.

 

A tabela abaixo demonstra o Índice glicêmico de alguns alimentos:

Índice   Baixo Índice   Moderado Índice   Alto
Maçã Suco   de laranja c/ água Isotônico
Pêra Aveia Batata   de qualquer maneira
Damasco Arroz   branco Flocos   de milho
Pêssego Pão   de centeio light Creme   de trigo
Couve Grão   de centeio Mel
Laranja Batata   doce Melancia
Ameixa Suco   de frutas sem açúcar Pão   branco – francês/ de forma
Melão Ervilhas   verdes (fresca) Pipoca
Cereja Feijões   cozidos Bolo
Brócolis   Kiwi Torradas
Tomate Manga Cookies
Lentilha Laranja Abacaxi
Grão   de cevada Uva Beterraba
Espinafre Suco   de maçã Biscoitos
Cereal   all bran Macarrão Mandioca
Pepino Inhame Geléias
Repolho Banana Abóbora
Couve   flor Farelo   de trigo Polenta
Alface Morango Barra   de cereais
Pepino Grão   de bico Cereal   cornflakes
Berinjela Arroz   integral Manga
Abobrinha Yakult Papaia
Tofu   e queijos Massas   integrais Milho
Pão   integral Massas   de farinha branca
Chocolate   amargo Aveia
Cenoura

 

Espero que tenham gostado, um grande abraço e até a próxima!

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pela especialista em Nutrição Esportiva Juliana Pansardi CRN-8 3666

  • Bacharel em Nutrição  |  CRN-8 3666
  • Pós-graduada em:  (Avaliação e prescrição de exercícios físicos para  populações especiais).   (Nutrição ortomolecular).   (Habilitada em medicina integrada pela Associação Sul-Americana de medicina integrada ASAMI).  ( Pós-graduando em nutrição esportiva funcional).
  • Juliana é especializada em acompanhamento de atletas profissionais e amadores.

 

mai 22

Treine seu corpo, não seu EGO

 

Canso de ver nas salas de musculação adolescentes magrelos erguendo quase 100 kg no supino, com ajuda do seu parceiro de treino desde a primeira repetição, descendo a barra pela metade e descansando mais de 3 minutos entre uma série eoutra.

Na ficha destes garotos, consta um objetivo, e lá está escrito HIPERTROFIA. Mas a única coisa hipertrofiada ali são os seus egos, quando eles contam para os amiguinhos daescola que erguem 100 kg no supino.

Estes mesmos garotos se orgulham de colocar no seu subnick do msn “TREINO HARDCORE” ou “HOJE O TREINO FOI PESADO” no seu status do Facebook. Enchem seus corpos de suplementos, comem igual um búfalo, porém não enxergam resultados no espelho. Mas por que isso ?

Muitos confundem treinar pesado com treinar usando bastante peso. O treino pesado é aquele que leva seu corpo a intensidade total. Treinar pesado é treinar com amplitude de movimento, concentrar na fase negativa e descansar pouco entre as séries. E pelo amor que você tem a musculação, pare de pensar “Com 8 repetições eu fico forte, com 10 eu cresço e com 12 defino”.  Preste atenção gafanhoto: O SEU CORPO NÃO SABE CONTAR.  O que define se você vai ganhar massa ou perder gordura é A SUA DIETA, porém não vou entrar nesse detalhe agora. O que quero dizer é que você tem que treinar até a falha, usar sua mente para superar o seu corpo e parar de fazer um número exato de repetições. Se seu objetivo é hipertrofia faça com uma carga que lhe permita falhar entre 8 e 12 repetições.

E aí, quando aquele seu amiguinho chato que gosta de ficar se comparando com você chegar do seu lado e dizer “Só isso cara? Eu faço com 20 kg a mais”, você terá uma resposta a longo e outra a curto prazo. Você pode responder a ele daqui há alguns meses quando seu físico estiver evoluindo e o dele continuar estagnado naquela estrutura frágil, ou simplesmente olhar para ele e dizer: TREINO PRA MIM, NÃO PRA VOCÊ.

 

Treine para você, um grande abraço e ótimos treinos!!!

 

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Enviado por Douglas Guimarães graduando de Educação Física pela UFPR

  • Atleta de fisiculturismo.
  • Atua como consultor on-line, com elaboração de treinos.
  • Facebook

 

mai 21

Prescrição para público feminino

 

É comum encontrar alguma resistência entres as mulheres em relação ao treinamento de musculação, pois varias ainda acreditam que podem se tornar, excessivamente musculosas, o que afetaria sua feminilidade. No entanto quando a mulher procura aprimorar sua aparência física, o foco principal esta em conseguir uma consistência mais firme, formas mais arredondadas, reduzir a flacidez e medidas corpóreas. O grande fator é que esse objetivo só é alcançado com aumento da massa muscular e a perda de gordura, sendo que os músculos que irão modelar o corpo feminino. Os músculos se tornando maiores ocupam espaço antes preenchidos pela gordura, delineando o corpo, oferecendo maior sustentação a pele, e uma consistência mais solida. Segundo pesquisas, não há risco de grande hipertrofia muscular para mulheres, pelas suas próprias características hormonais (Gianolla 2012 ,apud. Santarem 1995). A testosterona, grande responsável por várias funções nos homens, também é a responsável pelo aumento da massa corpórea, e no caso das mulheres apresentam um produção muito menor, portanto, salvo em raros casos de excesso desse hormônio ou o uso exógeno desse anabólico, o ganho muscular em mulheres não propicia essa aparência masculinizada.

Os principais músculos trabalhados pelas mulheres são glúteos, coxas e abdominais, uma seqüência de treino com carga, em que se busca o aumento de massa muscular, livre de gordura ou foco na qualidade de vida, onde aquisição de volume muscular e força são importantes, devem ser bem equilibrados, com relação aos estímulos para os diversos segmentos corporais. Para isso, temos que distribuir o treino determinado principalmente um número de series ideais, para cada segmento corporal e não quantos exercícios por músculo. É extremamente importante perceber que, para a prescrição do treino, o avaliador deve estar atento ao nível de instrução da atividade na qual o aluno esta se propondo a fazer, dessa forma, durante a elaboração da ficha, deve se levar em conta, o que o aluno é “capaz” naquele momento de fazer, ou seja, não adianta montar uma ficha com exercícios complexos para uma aluna iniciante, que os resultados não aparecerão e o treino se tornará desmotivador. O ideal é que se inicie com exercícios básicos, trabalhando todo o corpo, sem ênfases durante a etapa inicial, depois que o aluno for adquirindo informações motoras sobre as atividades que realiza, os exercícios podem ser alterados, sendo que apresentará novos desafios, um exemplo: uma aluna iniciante, que nunca praticou musculação, jamais poderá ter na sua 1° sequência de treino um exercício como agachamento com barra livre, mesmo que seja sem carga, as informações motoras necessárias para realização desse exercício é extremamente complexas, o ideal seria iniciar com exercícios simples, que não necessitam de grande controle de equilíbrio corpóreo e da barra, como um agachamento na bola, ou leg press 45°, evoluindo para Hack agachamento, seguido de agachamento no Smith e posteriormente quando a musculatura já desenvolvida, quando os padrões motores já estiverem se estabelecidos partimos para o agachamento livre na barra. Durante uma montagem de 1° sequência, não deve dar ênfase a grupamentos musculares, deve-se trabalhar a totalidade, de forma que, se desenvolva nessa aluna consciência corporal e motora, sendo que posteriormente o treino tende a ir se especializando.

 

Referência: GIANOLLA, Fabio. Musculação para mulheres. in: Musculação e Fitness. Ano 16, nº 87, Ed. CNB,  Ano 2012.

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pelo Professor Ginastica e Fisioterapeuta Leonardo Medeiros Rafael.

  • Bacharel em Fisioterapia;
  • Graduando de Educação Física;
  • Trabalha como Prof. de Ginastica e com Fisioterapia em clinica e desportiva;
  • Formado em Pilates e Prescrição de atividades física para populações especiais;
  • Facebook

 

mai 21

Kibe de Soja

 

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INGREDIENTES

 

  • 1 xícara (chá) de proteína de soja texturizada;
  • 1 xícara (chá) de trigo para kibe;
  • 1 tomate sem pele;
  • 2 ovos;
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo;
  • 1 tablete de caldo de legumes;
  • 1/3 de xícara (chá) de hortelã fresca;
  • Temperos a gosto: salsa, cebola, alho, sal, pimenta , etc (caso tiver tempero para kibe, coloque-o no lugar da pimenta).

 

 

MODO DE PREPARO

 

  • Hidrate a soja com 2 xícaras de água morna, reserve por 20 minutos;
  • Deixe também separadamente o trigo para kibe de molho por 20 minutos;
  • Enquanto isso prepare os temperos;
  • Bata todos no liquidificador com o tomate, hortelã e o caldo de legumes (dissolva-o antes em água quente), reserve;
  • Depois de hidratados, escorra bem a soja e o trigo, apertando com a mão para retirar toda a água. Coloque-os juntos em um refratário, acrescentando o resto dos ingredientes e o tempero preparado. Misture bem, prove um pouco para ver o tempero e o sal;
  • Em uma fôrma retangular (30x20cm), despeje um pouco de azeite de oliva ou outro óleo vegetal para untar;
  • Preencha com o kibe e derrame um pouco de azeite em cima. Leve para assar em fogo médio baixo por cerca de 20 min.

 

 

Simples assim, agora é só saborear!!

 

Receita enviada pela Miranda Daniela Saraiva

 

mai 20

Você é o que come e pensa! Entenda como a Psicologia pode contribuir no Processo de Emagrecimento.

 

emagrecimento

Se você conhece várias dietas da moda, sabe distinguir um alimento nutritivo do calórico, sabe o que fazer e não fazer para emagrecer, sabe de cor os nomes dos remédios que prometem emagrecimento rápido e sem sofrimento, sabe o que é carregar vários potes de remédios na bolsa e ficar atento ao horário, pois são grandes aliados no seu processo de emagrecimento, tem  consciência que está acima do peso, sofre consequências físicas do sobrepeso:  falta de disposição, baixo condicionamento, dores no corpo, etc., não consegue se libertar do efeito sanfona (o famoso engorda e emagrece), come compulsivamente, muitas vezes  sem fome e à noite, Peregrina de médico em médico, de dieta em dieta. Enfim, se você já tentou vários métodos e não conseguiu emagrecer ou voltou a engordar depois de um período, então está na hora de incluir a Psicologia no seu Programa de Emagrecimento.

O emagrecimento se baseia em três fatores: Reeducação Alimentar, Atividade Física e Equilíbrio Psicológico.

O primeiro lugar que precisamos emagrecer é na mente! É necessário eliminar os gatilhos que nos fazem comer pela emoção, tomar consciência dos nossos padrões de comportamentos, revisar e entender qual é relação do nosso estado emocional com a comida, porque nos sabotamos e etc.

Para emagrecer o tratamento básico consiste na mudança de hábitos alimentares e de atividade física, comer menos e gastar mais energia. Isso você sabe. Infelizmente, uma coisa é saber e outra é fazer! A grande maioria das pessoas SABE O QUE FAZER, MAS NÃO CONSEGUE. Por alguma razão que desconhecem, sabotam a própria dieta. É nesse ponto importante que  entra a Psicologia.

Para mudar de peso você tem que mudar de comportamento.  E mais, emagrecimento não é só mudança de peso, é Reeducação Alimentar e Comportamental.

 

Qual é a relação entre AFETO e COMIDA?

 

Como estão suas emoções? Você as leva ao prato? A compulsão por comida motivada por razões emocionais é a segunda maior causa de obesidade no mundo. Muitas vezes as pessoas comem porque se sentem entediadas, solitárias, infelizes cansadas, ou por qualquer outro motivo que não esteja diretamente relacionada á necessidade de se alimentar.

Um dos grandes causadores do comer compulsivamente são os problemas afetivos. Perdas, Decepções, Frustrações, Necessidade de agradar ou Ser Aceito, Rejeição, Rompimentos, Luto, dentre outros podem favorecer a alteração no comportamento alimentar, levando o indivíduo a comer demais ou até compulsivamente. O alimento, nesse contexto, seria um substituto do afeto perdido. Aquele bolo de chocolate ou  prato calórico se tornam um carinho que a pessoa se faz.

Irei utilizar da Psicologia do desenvolvimento para explicar uma associação emoção-comida. Um bebê quando chora lhe é oferecido o seio ou a mamadeira. Ele pode chorar devido a vários fatores: fome, frio, calor, sono, dor, dentre outras causas. Geralmente uma das primeiras soluções a ele oferecida para aplacar o sentimento desagradável é a comida. A comida vai se tornando assim “o primeiro antidepressivo ou ansiolítico”, pois aprendemos inconscientemente que ela é uma das primeiras estratégias para lidar com sensações desagradáveis, ou seja, com as primeiras frustrações.

Mais tarde, quando as frustrações afetivas ocorrerem, algumas pessoas, diante da impossibilidade de saber lidar com a situação ou de “anestesiar” o mal estar interno, poderão reativar esse antigo esquema. Comida = Bem estar.  Dependendo do  contexto  em que isso ocorra  o cérebro  começa a criar outras funções para o alimento que não só a de objeto de nutrição.  O alimento passa a ter uma função afetiva.  Ele pode significar  Amor, Afeto, Carinho, etc. e se torna uma bengala

É inegável que a comida se torna em muitos casos um poderoso objeto de redução  de ansiedade. Quem nunca sentou em um restaurante após um dia estressante ou após uma briga e pediu um prato bem calórico e disse: Hoje eu “mereço” comer  bife com bata frita, uma feijoada, um brownie, e por aí adiante ?

O problema é que esse falso “merecimento” ou afeto disfarçado de comida, causa  efeitos desastrosos para a saúde e a estética, se ingerido em excesso.

 

Psicologia: Uma arma poderosa no Emagrecimento

 

Não se iluda! Há uma forte relação entre emagrecimento e autoestima. Você precisará mudar algo mais que o peso para emagrecer e manter-se magro. Se você  não fizer nada  em relação à ansiedade, ao vazio existencial, aos sentimentos de rejeição e abandono, à depressão, raiva reprimida, etc. continuará tendo um campo fértil  para a auto sabotagem.

 

Relação Mente X Comida

 

Várias necessidades são determinadas pelo corpo, tais como: sono, sede, fome, etc. mas quem determina quando e como saciá-las é o cérebro. Exemplificando, o corpo necessita de alimentos, mas quem escolhe quais alimentos irá ingerir é o cérebro.

Se você está acima do peso, a culpa pode ser  da sua atual programação mental,e não há dieta, remédio ou livro que possa mudar isso. A única maneira de emagrecer e não voltar a engordar é modificar de uma vez por todas, no seu inconsciente sua relação com a comida.

O Cérebro é como um computador, os comportamentos são como softwares. Você pode ter desenvolvido um software ineficiente sobre o ato de alimentar-se. A boa notícia é que,depois que aprender a reprogramar sua mente, você não terá dificuldade em adquirir novos hábitos de pensamento e atitudes que garantirão seu sucesso.

É praticamente impossível abandonar um hábito apenas com a força de vontade. É preciso reprogramar a mente.

A Imaginação é muito poderosa e os profissionais da área de marketing sabem disso. Quando lê um cardápio, você prova mentalmente os alimentos antes de decidir o que irá pedir. É devido a isso que os grandes restaurantes se empenham em descrever nos cardápios os pratos com termos bem apetitosos.

Responda com sinceridade.  Quais os pratos você escolheria em um cardápio:

  • Suculentas fatias de salmão ligeiramente defumada e aromatizadas ao endro, com molho de alcaparras com risoto ao funghi ou peixe  assado com arroz de cogumelos marrom?
  • Suculentas costelas ao molho barbecue ou cadáver de porco com molho com aparência de sangue?

 

O assunto é muito vasto, mas na verdade a Psicologia ajuda às pessoas a modificarem comportamentos compulsivos de uma vida inteira e propõe uma  reprogramação mental  no que tange a relação Alimento x Emoção.

 

Como é o tratamento psicológico no Processo de Emagrecimento?

 

É um tratamento complementar ao tratamento médico-nutricional. Uma vez por semana você irá ao consultório de um profissional que conheça bem a área de emagrecimento e de transtornos alimentares e procurará identificar as emoções e mecanismos que nem a Medicina nem a Nutrição trabalham. Reconhecerão a razão de comportamentos que surgem de repente e bota por água abaixo os seus planos.

A duração da Terapia varia em cada caso. Alguns fatores são fundamentais, tais como:  relação Psicólogo- Paciente,  seu empenho e perseverança na meta de emagrecer. Se você faz parte daquele pequeno grupo desinformado que acha que Psicólogo é para loucos ou perda de tempo; se faça algumas perguntas: Quanto tempo você levou para engordar? Qual o grau de sofrimento que a gordura lhe traz? Qual o prejuízo pessoal, físico e social que você está tendo permanecendo acima do peso?

Lembre-se: Não se cura ansiedade e tristeza com comida! O emagrecimento deve vir de dentro para fora. Trate seu corpo com respeito e carinho.

 

 

Você precisa ser feliz para emagrecer e não emagrecer para ser feliz.

 

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pela Flávia Freitas CRP 30330

  • Bacharel em Psicologia – Formação em Terapia Cognitivo Comportamental;
  • Gestalt Terapia e Hipnose Erickssoniana;
  • Formação em Coaching (Executivo e de Emagrecimento);
  • MBA em Gestão de Projetos - Pós Graduada em Gestão de Pessoas;
  • Especializada em tratamento de Compulsões, Ansiedade e Emagrecimento.
  • Facebook

 

mai 18

Destruindo seus bíceps com a ROSCA TRIPLA 21

 

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O Bíceps é um músculo extremamente valorizado e estético, onde em um braço com boas proporções compõe 1/3 do mesmo. Podemos dividi – ló em duas cabeças, uma interna e, outra externa. Nós, meros mortais, dificilmente poderemos visualizar esta divisão ao contrairmos nossos bíceps, porém em fisiculturistas no dia da competição, com o percentual de gordura mínimo, desidratados e com boa genética, ainda é possível observar a mesma. Bom, eu odeio termos técnicos, não estou aqui para esbanjar conhecimento, quero simplesmente somar a vocês, dessa forma este é o mínimo que precisamos saber para poder entender o exercício que irei propor. Um exercício comum nos treinamentos de bíceps, diria até que básico: Rosca Direta.

Acredito que todos os leitores aqui conhecem, a partir dela, criou – se uma adaptação, a Rosca 21, também imagino que a maioria conheça, mas de qualquer forma vamos falar um pouco dela.

Inicia se o movimento com os braços alongados em um ângulo de 180º entre o antebraço e os braços, contrai – se o bíceps fazendo com que o antebraço suba na direção do braço, porém para se na metade do movimento, em um ângulo de 90º, como se os antebraços estivessem apontados para frente, dessa forma realize – se 7 movimentos, “subindo e descendo”. Ao final dos 7 movimentos, inicia a partir da posição média, onde o ângulo é de 90º, e contrai – se o bíceps até que atinja o pico da contração, como se levasse os punhos na direção dos ombros, mas sem encosta – lós. Também composto por 7 movimentos, “descendo e subindo”, porém da metade para cima. Então, realize – se mais 7 movimentos completos, como se fosse a própria rosca direta. Por isso o nome 21 (7+7+7) conforme imagem abaixo. Esse exercício pode ser feito com barra reta, barra W e até mesmo com halteres.

 

rosca_21

 

Bom, o básico é que pegadas abertas recrutam em maior parte (digo maior, por que não isolamos) a região interna do bíceps e, pegadas fechadas, a região externa.

A partir daí, comecei a pensar de que forma poderia focar em ambas as cabeças do bíceps, mas também rompendo as fibras musculares como um todo e então, criei uma nova adaptação da rosca 21, a qual resolvi chamar de ROSCA TRIPLA 21.

Iniciamos o primeiro movimento da Rosca 21, porém com uma pegada cerca de um palmo além da largura dos ombros, sendo então uma pegada aberta, e realize – se 7 movimentos até os 90º. Ao finaliza – lós, joga – se levemente a barra ao ar e fecha- se a pegada, um palmo para dentro da largura dos ombros, realizando os movimentos da metade até o pico do movimento, sendo também 7 repetições. E então, faz se uma pegada na largura dos ombros, e realiza – se mais 7 repetições completas, como a tradicional rosca direta.

Agora uma dica básica para otimizar o exercício: Os movimentos positivos ou de “subida”, devem ser feitos de forma explosiva, rápidos, porém controlados. E os movimentos negativos ou de “descida”, devem ser feitos de forma cadenciada, durando até 3 segundos. Na contração de pico, que seria o ponto mais alto do movimento, realize uma contração extra “esmagando” seus bíceps por cerca de 1 ou 2 segundos a cada repetição que atinja essa altura. Realize no total 3 séries do movimento completo, ou seja, das 21 repetições, com apenas 30 segundos de intervalo entre as séries. Depois me diga se conseguiu lavar o cabelo na hora do banho, se não tiver sucesso, parabéns, você entendeu a forma de se fazer o exercício.

Não é nada que irá mudar sua vida, porém como tende – se a estagnar a evolução com o decorrer do tempo, é válido como um novo estímulo.

 

 

Então, essa seria a rosca tripla 21, tenham todos um ótimo treino!  NO PAIN NO GAIN.

 

 

 

Enviado por Douglas Guimarães graduando de Educação Física pela UFPR

  • Atleta de fisiculturismo.
  • Atua como consultor on-line,  com  elaboração de treinos.
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mai 17

Mulheres, seus hormônios e funções

 

hormônios_femininos

 

Bastou o título e aposto que até mesmo as mulheres pensarem… QUE “COISA” COMPLICADA É SER MULHER! Pode até parecer, mas se vocês entenderem como “funcionam” tudo se tornará mais simples! Nós SERES HUMANOS somos “máquinas movidas à hormônios”, ou seja, todas as nossas funções orgânicas são reguladas e controladas por um infinidade de hormônios…. Vamos aqui abordar mais de perto os hormônios femininos e como estes reagem ao exercício físico. Muito(a)s vão dizer agora…Ai QUE SACO! Bem, mas, talvez encontrem aqui aquele “segredinho” que faltava para tirar o máximo de rendimento do treinamento de uma mulher! Mas antes de tudo precisamos entender (isso é para os meninos) alguns “detalhes técnicos” do organismo feminino!

 

CICLO MENSTRUAL - Variação mensal dos hormônios ovarianos da mulher, resultando na liberação do óvulo (e sua eventual expulsão) e desenvolvimento do ENDOMÉTRIO (membrana mucosa que reveste internamente a parede uterina).

FASE FOLICULAR - Fase do ciclo menstrual que começa com a menstruação e termina no início da ovulação com uma duração entre 9 a 23 dias (por isso a tal “tabelinha” é falha e o risco de uma gravidez indesejada é grande).

FASE OVULATÓRIA - Fase do ciclo menstrual envolvida com a ovulação e com duração em torno de 3 dias.

FASE LÚTEA - Fase do ciclo menstrual que começa após a ovulação e vai até a próxima menstruação com duração em torno de 13 dias.

 

NESSE PONTO A ANSIEDADE DE TODOS ESTÁ GRITANDO! E DAÍ??? Calma, vocês verão que compreender essas fases é importante para entender como essas diferentes variações hormonais afetam a utilização dos substratos energéticos (combustíveis que usamos para produzir trabalho muscular).

O sistema hormonal feminino como o masculino é controlado pelo eixo hipotálamo-hipófise que controla a secreção dos hormônios ovarianos; estrogênios e progestinas. A secreção destes hormônios é relativamente constante durante todo o ciclo ovariano, porém em intensidades drasticamente diferentes durante as diferentes etapas do ciclo mensal.

Entre os ESTROGÊNIOS o mais importante é o 17BETA-ESTRADIOL (vamos chamar apenas de Estradiol para simplificar) sendo responsável principalmente pela proliferação e crescimento de células (HIPERTROFIA), bem como as características sexuais secundárias femininas.

Entre as PROGESTINAS a mais importante é a PROGESTERONA estão relacionadas com a preparação final do útero para a gravidez e das mamas para a lactação.

 

COMO AS CONCENTRAÇÕES HORMONAIS AFETAM O EXERCÍCIO FÍSICO

 

Lembrando que o Estradiol é o principal hormônio anabólico feminino este ainda inibe a captação da glicose pelos tecidos (muscular e adiposo) assim facilitando indiretamente a utilização das gorduras como fonte energética.

Já a Progesterona tem a capacidade de afetar o volume de oxigênio absorvido, ou seja, quanto maior a absorção de oxigênio maior a oxidação das gorduras.

Do começo até a metade da Fase Folicular as concentrações de Estradiol e Progesterona estão baixas. Assim do ponto de vista endócrino, a mulher está mais parecida com um homem e na dependência de sua produção de Testosterona (produzida pelo córtex supra-adrenal, mas numa proporção 20 vezes inferior a de um homem), para realizar a síntese proteica; reparação e construção dos músculos.

Nas Fases Ovulatória e Lútea, as concentrações mais elevadas tanto do Estradiol quanto da Progesterona permitem que estes desempenhem seu papel anabólico e oxidativo (respectivamente) ao máximo. Isso quer dizer que a mulher tem nesse momento a capacidade de utilizar mais as gorduras como fonte energética dependendo menos do glicogênio.

O que isso tudo quer dizer em termos práticos? O treinador atento ao treinamento de hipertrofia de sua cliente deverá ter em mente que durante a Fase Folicular esta estará mais propensa ao catabolismo proteico e ao acúmulo de gordura. Para aqueles raríssimos que utilizam um diário de treinamento fica fácil observar a queda de rendimento em termos de resistência geral da mulher durante essa fase. Como estratégias o ideal seria reduzir o volume de treinamento (total de séries por grupo muscular) e controlar a ingestão de carboidratos durante os dias dessa fase. Passada essa fase, retornaria ao volume de treino e dieta normal durante as fases Ovulatória e Lútea. NADA DE TÃO COMPLICADO ASSIM DE SE POR EM PRÁTICA!

 

Bons Treinos e até a próxima!!!

 

 

O post publicado possui autorização expressa do autor, todo o conteúdo exposto é de responsabilidade do mesmo.

 

Enviado pelo sócio-diretor da Persona Fit Eder Lima.

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  • Consultor à distância em treinamento de musculação;
  • Preparador físico particular e consultor técnico de atletas de alto rendimento em diversas modalidades esportivas.

 

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